Atracar e desatracar – Parte 1

Atracar e desatracar – Parte 1

As possibilidades de manobrar uma embarcação em um cais para atracá-la ou para desatracá-la, ou mesmo simplesmente movimentá-la, são quase infinitas em número.

 

ESPIAS E SEU USO

Os cabos que permitem a uma embarcação “amarrar” a um cais são chamadas de “ESPIAS”.

  • Lançante de proa
  • Espringue de proa
  • Través
  • Espringue de popa
  • Lançante de popa

LANÇANTE DE PROA = EVITAR QUE A EMBARCAÇÃO CAIA A RÉ.
ESPRINGUE DE PROA = EVITAR QUE A EMBARCAÇÃO CAIA A VANTE.
TRAVÉS = EVITAR QUE A EMBARCAÇÃO ABRA DO CAIS.
ESPRINGUE DE PÔPA = IMPEDIR QUE A EMBARCAÇÃO CAIA A RÉ.
LANÇANTE DE PÔPA = IMPEDIR QUE A EMBARCAÇÃO CAIA A VANTE.

ATENÇÃO:

Sempre que usarmos um TRAVÉS nas amarrações devemos observá-lo com frequência, pois, por ser a ESPIA mais curta e perpendicular ao cais é a que mais sofre com a variação das marés, podendo mesmo partir quando demasiadamente tesada.

ESPIAS EM UM MESMO CABEÇO

Ao atracar quando DUAS ESPIAS forem para um mesmo cabeço a ESPIA DE BAIXO poderá ser retirada sem dificuldade desde que, ao colocá-la, tenhamos feito sua alça passar por dentro da alça da outra ESPIA.

EMBARCAÇÕES LANCHAS MOTOR DE POPA

RABETA

DOIS MOTORES

PÉ DE GALINHA

EFEITO DOS HÉLICES

LEME E SEUS EFEITOS

– Cana do Leme (Sentido inverso)
– Roda do Leme (Mesmo Sentido)

* O conteúdo deste post é de autoria e responsabilidade do autor. O Blog Pesca de Oceano não se responsabiliza pelo seu conteúdo.

As lanchas Victory Yachts são fabricadas com moderna tecnologia e material leve (fibras, resinas, espumas) que facilitam a atracação.

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Ministro do Meio Ambiente anuncia liberação da pesca no País

Ministro do Meio Ambiente anuncia liberação da pesca no País

A mobilização dos pescadores artesanais surtiu efeito e, nesta quarta-feira (26), o ministro do Meio Ambiente (MMA), Sarney Filho, anunciou suspender a proibição de pesca das 475 espécies ameadas de extinção constantes na portaria 445/2014. Entre elas, cerca de 15 essenciais para a pesca artesanal capixaba, como badejo, garoupa, budião, cherne e cação.

Uma nova portaria, estabelecendo novo prazo para a realização de mais estudos sobre as espécies, será publicada pelo MMA até o início da próxima semana, com atenção especial sobre as espécies destacadas pelos trabalhadores no Espírito Santo. Até lá, a pesca, transporte, armazenamento, guarda, manejo, beneficiamento e comercialização, de todas as espécies, volta a ser liberada.

O ministro propôs também a criação de uma comissão com membros do Ministério do Meio Ambiente, do Congresso Nacional e de pescadores para acompanhar o andamento das análises, mas ainda não foi definido quando esta será formada.

As medidas atendem a uma demanda dos deputados federais capixabas e da senadora Rose de Freitas (PMDB), que se reuniram com o ministro nesta quarta-feira (26).  “Nossa determinação é acatar o pedido da bancada capixaba. Tenho preocupação com o estoque de peixes no Brasil, mas vamos refinar essa lista [das espécies de peixe em extinção] e prorrogar o prazo para os estudos”, garantiu Sarney Filho. Além de Rose, compareceram ao encontro, em Brasília, o coordenador da bancada capixaba, Marcus Vicente (PP), os deputados federais Lelo Coimbra (PMDB), Jorge Silva (PHS), Carlos Manato (SD) e Norma Ayub (DEM), e o deputado estadual Gilsinho Lopes (PR).

Na Assembleia, os deputados estaduais também se manifestaram contra a portaria na sessão dessa terça-feira (25) e deliberaram  para realização de uma reunião sobre o assunto na próxima terça-feira (2). Eles destacam os prejuízos da proibição da pesca não só para os pescadores, que estariam sendo condenados ao desemprego, mas também ao turismo capixaba, que tem a moqueca – especialmente de badejo – como um de seus principais ícones.

Os pescadores artesanais de todo o Brasil haviam programado um grande ato em Brasília para a próxima terça-feira (2), para o qual sairiam dois ônibus do Espírito Santo. Realizando protestos desde a última sexta-feira (21), argumentam que os grandes inimigos da biodiversidade marinha são as atividades industriais ligadas à exploração de petróleo e gás e aos portos, além da poluição por esgotos industrial e doméstico.
Combate a incêndio – Parte 8

Combate a incêndio – Parte 8

Na Parte 7 de Combate a incêndio, você aprendeu sobre os Material de combate a incêndio. Chegou a hora de você conhecer os Equipamentos de proteção individual e o Procedimento em caso de incêndio…

Equipamentos de proteção individual (EPI)

A bordo temos os equipamentos para proteção do corpo e das vias respiratórias.

Proteção do corpo

1. capacetes;
2. óculos de proteção;
3. luvas;
4. botas; e
5. roupa de proteção.

Proteção das vias respiratórias

Máscaras com filtros. Utilizam filtros para cada tipo de substância. Não podem ser utilizados em ambiente com menos de 21% de oxigênio.

Procedimento em caso de incêndio

  • reduza a velocidade da embarcação e coloque-a de acordo com o vento; para combater o incêndio de barlavento (direção de onde sopra o vento)
  • será acionado o alarme de incêndio;
  • dirija-se ao local designado para você na tabela de emergência da embarcação; e
  • execute as fainas, seguindo os procedimentos corretos, com relação ao uso dos
    equipamentos adequados à extinção do incêndio e equipamentos de proteção
    individual (EPI).

 

Atenção:

Todos os equipamentos apresentados ajudam a vencer as condições difíceis da luta contra um incêndio a bordo, contudo, devemos lembrar que:
A melhor maneira de se combater um incêndio é evitar que ele aconteça.

 

* O conteúdo deste post é de autoria e responsabilidade do autor. O Blog Pesca de Oceano não se responsabiliza pelo seu conteúdo.

Combate a incêndio – Parte 8

Combate a incêndio – Parte 7

Na Partede Combate a incêndio, você aprendeu sobre os Processos de extinção de incêndios. Chegou a hora de você conhecer o Material de combate a incêndio…

Material de combate a incêndio

a) Esguichos

Existem esguichos apropriados para utilizar a água como agente extintor. Os mais
empregados são:
• universal; e
• vazão regulável.

Esguicho universal

Com a alavanca a meio produz-se neblina de alta velocidade, com a alavanca para trás, jato sólido e com a alavanca para frente a água é fechada.

Esguicho de vazão regulável

Estes esguichos funcionam girando-se o corpo móvel até conseguirmos: jato sólido e neblina de alta velocidade.

O jato sólido deve ser usado para incêndios classe A e a neblina de alta velocidade para incêndios classes A e B.

b) Mangueiras de incêndio

Normalmente são utilizadas mangueiras de borracha e lona dupla de 2½“ de diâmetro e 15,25m de comprimento. Elas são conectadas às tomadas de incêndio, a outras mangueiras e aos esguichos por meio de engate rápido.
As mangueiras ficam aduchadas dentro dos postos de incêndio, onde também ficam os esguichos. Elas devem ser mantidas limpas e não se deve usar produto abrasivo nem escovas de aço ao lavá-las.

 

 

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Combate a incêndio – Parte 8

Combate a incêndio – Parte 6

Na Parte 5 de Combate a incêndio, você aprendeu sobre os Procedimentos de combate a incêndio. Chegou a hora de você conhecer os Processos de extinção de incêndios…

Processos de extinção de incêndios

Resfriamento

Consiste em reduzir a quantidade de calor utilizando-se a água. Desse modo, estamos agindo sobre o lado do triângulo do fogo relativo à temperatura de ignição. Baixando essa temperatura, o fogo se extinguirá.

Para fazer o resfriamento, utilizamos os equipamentos que são encontrados a bordo dos navios, tais como:
• bombas de incêndio;
• redes de incêndios;
• tomadas de incêndio;
• mangueiras; e
• esguichos.

Abafamento

Reduzindo-se a quantidade de oxigênio da combustão, atua-se no lado do triângulo relativo ao comburente, extingüindo o fogo por abafamento. É o processo de extinção quando se utiliza CO2, espuma ou pó químico como agente extintor.

Isolamento

Para atacarmos o lado do triângulo relativo ao combustível, temos que reduzir a um mínimo a quantidade de combustível que está queimando. Podemos fazer isto, removendo-se o material combustível ou fechando-se a canalização que estiver alimentando o fogo.

 

 

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Combate a incêndio – Parte 8

Combate a incêndio – Parte 5

Na Parte 4 de Combate a incêndio, você aprendeu sobre as Medidas preventivas contra incêndios a bordo. Chegou a hora de você conhecer os Procedimentos de combate a incêndio…

Procedimentos de combate a incêndio

Extintores portáteis

Os extintores portáteis são empregados para combater princípios de incêndios e são eficazes para extinguir o fogo em seus momentos iniciais. Os extintores portáteis possuem o seu agente extintor e o propelente. São identificados por letras (A, B, C e D) de acordo com as classes de incêndios em que podem ser utilizados.

Extintor a água

  • Agente extintor – Água
  • Propelente – CO2 ou ar comprimido
  • Classe de Incêndio – A

O propelente utilizado para impulsionar a água para fora do recipiente pode estar dentro dele (no caso da figura ao lado) ou em uma ampola externa.

Extintor a espuma

  • Agente extintor – Espuma
  • Propelente – CO2
  • Classes de incêndio – A e B

A espuma é produzida a partir da mistura de duas soluções aquosas contidas no extintor: bicarbonato de sódio (solução A) e sulfato de alumínio (solução B). O propelente é produzido quando acontece a mistura das duas soluções. Na figura ao lado o extintor é de espuma mecânica com uma ampola externa contendo o propelente.

Extintor a CO2

  • Agente extintor – CO2
  • Propelente – Descompressão do gás
  • Classes de Incêndios – B e C

O CO2 é armazenado sob alta pressão, no estado líquido, dentro de um cilindro resistente. Ao acionarmos a tecla de disparo, o CO2 entra em contato com a pressão atmosférica, passa do estado líquido para o gasoso e é expelido em direção às chamas.

Extintor a pó químico

  • Agente extintor – Pó químico a base de bicarbonato de sódio ou de potássio
  • Propelente – CO2, ar comprimido ou nitrogênio
  • Classes de Incêndios – B e C

O agente extintor é o bicarbonato de sódio ou de potássio, substâncias que, ao entrarem em contato com altas temperaturas, liberam gás carbônico(CO2).

Os extintores com pó seco são apropriados para extingüir incêndios em alguns tipos de metais combustíveis (Classe D).

Exemplo: MET-L-X utilizado para incêndios em sódio, potássio e magnésio.

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