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Se a sua lancha ficou muito tempo parada, são necessários cuidados especiais antes de curtir com a família e os amigos. É importante fazer uma revisão do barco e deixá-lo preparado para a pesca ou lazer.
Para Marcelo Nere, sócio-proprietário e responsável pela área técnica da Deck Náutica, em Sorocaba (SP), nenhum equipamento deve ficar sem uso. “Os motores não foram fabricados para ficarem parados e devem funcionar pelo menos uma vez a cada dez dias”, explica.
A dica é não deixar a revisão para a última hora. “Seria interessante que os proprietários fizessem essa avaliação no final do inverno ou em uma época em que o uso da embarcação não seja constante. Com isso, no verão a única preocupação é se divertir”, afirma. Todas as revisões devem ser feitas com técnicos treinados pelos fabricantes dos barcos.
Para aproveitar bem o passeio, não se esqueça dos cuidados diários. O principal deles é adoçar os motores para deixar a embarcação pronta para o próximo uso. O motor funciona em água doce e todo o equipamento é lavado com água e sabão neutro.
Em alguns casos, Nere destaca que podem ser usados protetores como micro óleo lubrificante, repelente de umidade e ceras especiais. Todo esse serviço costuma ser fornecido em marinas, garagens náuticas, por técnicos ou mesmo por marinheiros que cuidem das embarcações.
As lanchas da Victory Yachts são fabricadas para durar muitos anos. Os materiais com tecnologia de compósitos (fibras, resinas, espumas, etc.) são fáceis de lavar, resistentes e com boa navegabilidade.
Faça a manutenção periódica da sua lancha e tenha seu patrimônio sempre valorizado!
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Eduardo Granda
Apaixonado por mar e aventuras, é proprietário do Estaleiro Victory Yachts, participou do desenvolvimento de todos os projetos dos modelos da Victory, caçador submarino e pescador de linha desde os 12 anos de idade, competiu na caça submarina dos 15 aos 23 anos, pelo ICAR, Iate Clube de Angra do Reis, Capitão Amador, possui mais de 80.000 milhas navegadas. Especialista em aparelhos eletrônicos, instalação, navegação de oceano e processos de fabricação de lanchas com compósitos de alta tecnologia e processos de infusão à vácuo.
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Nas lanchas que não são “Center Console” repare que o piloto e o local das baterias sempre ficam a boreste. Isto porque os motores naturalmente geram uma força de torque que faz com que o barco sofra uma leve torção a bombordo. Por conta desta torção, a posição do piloto e das baterias ficam sempre a boreste.
Nos barcos Center console todo o peso é colocado no centro do barco, portanto este equilíbrio não existe. Assim nos nossos barcos instalamos uma placa chamada “Tork compensator” ou regulador de torque. Esta placa possui uma regulagem para cima ou para baixo apenas afrouxando os parafusos que a prendem.
Para regular uma torção à bombordo, abaixe mais a placa de bombordo ou suba mais a placa de boreste. Para regular uma torção a boreste faça o inverso.
Outros fatores que podem causar uma torção em excesso ao barco são hélices de 4 pás, ou peso interno das pessoas e material mal distribuído.
Pequenas torções também podem ser corrigidas pela regulagem do Trim dos motores quando da existência de parelhas no barco. Quando isto ocorrer levante o Trim do motor, inverso ao bordo de torção apenas algumas posições. (Ex. se a torção for a boreste levante o trim do motor de bombordo)
* O conteúdo deste post é de autoria e responsabilidade do autor. O Blog Pesca de Oceano não se responsabiliza pelo seu conteúdo.
Eduardo Granda
Apaixonado por mar e aventuras, é proprietário do Estaleiro Victory Yachts, , participou do desenvolvimento de todos os projetos dos modelos da Victory, caçador submarino e pescador de linha desde os 12 anos de idade, competiu na caça submarina dos 15 aos 23 anos, pelo ICAR, Iate Clube de Angra do Reis, Capitão Amador, possui mais de 80.000 milhas navegadas. Especialista em aparelhos eletrônicos, instalação, navegação de oceano e processos de fabricação de lanchas com compósitos de alta tecnologia e processos de infusão à vácuo.
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Os comandos de aceleração e marcha possuem um parafuso ou porca onde pode-se controlar a fricção dos mesmos. O local onde se encontra esta regulagem varia de acordo a marca do Motor, consulte a assistência técnica do seu motor ou na próxima revisão solicite a regulagem ao técnico.
* O conteúdo deste post é de autoria e responsabilidade do autor. O Blog Pesca de Oceano não se responsabiliza pelo seu conteúdo.
Eduardo Granda
Apaixonado por mar e aventuras, é proprietário do Estaleiro Victory Yachts, , participou do desenvolvimento de todos os projetos dos modelos da Victory, caçador submarino e pescador de linha desde os 12 anos de idade, competiu na caça submarina dos 15 aos 23 anos, pelo ICAR, Iate Clube de Angra do Reis, Capitão Amador, possui mais de 80.000 milhas navegadas. Especialista em aparelhos eletrônicos, instalação, navegação de oceano e processos de fabricação de lanchas com compósitos de alta tecnologia e processos de infusão à vácuo.
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O ambiente marinho é muito agressivo, mesmo para o aço inoxidável.
E muito comum que as peças de aço inoxidável “chorem” ferrugem. Isto ocorre devido a liga de baixa qualidade ou a contaminação por agentes externos. (Arpões, Âncoras, Ferramentas, chumbos de pesca etc…)
• Lave o local da mancha com água doce e sabão.
• No local da mancha aplique algumas gotas do produto “SEMORIN – Tira Ferrugem“, aguarde alguns minutos e com uma esponja Verde de fricção, esfregue a mancha até ela sair.
• Importante!! Use luvas de borracha para proteger a sua mão e siga as instruções de aplicação do produto fornecidas pelo fabricante.
• Lave novamente o local com água doce e sabão.
* O conteúdo deste post é de autoria e responsabilidade do autor. O Blog Pesca de Oceano não se responsabiliza pelo seu conteúdo.
Eduardo Granda
Apaixonado por mar e aventuras, é proprietário do Estaleiro Victory Yachts, , participou do desenvolvimento de todos os projetos dos modelos da Victory, caçador submarino e pescador de linha desde os 12 anos de idade, competiu na caça submarina dos 15 aos 23 anos, pelo ICAR, Iate Clube de Angra do Reis, Capitão Amador, possui mais de 80.000 milhas navegadas. Especialista em aparelhos eletrônicos, instalação, navegação de oceano e processos de fabricação de lanchas com compósitos de alta tecnologia e processos de infusão à vácuo.
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O ambiente marinho é muito agressivo, mesmo para o aço inoxidável. Existem vários tipos de liga de aço inoxidável. Os tipos mais usados nas embarcações em ordem de baixa a alta qualidade são, 304, 316 e 316L. As ligas 316 e 316L são mais recomendadas para peças que ficarão expostas de forma permanente a água salgada.
O aço inoxidável pode sofrer contaminação externa seja na hora de sua instalação pelo contato com ferramenta ou pelo contato com peças externas. (Arpões, Ancoras, chumbos de pesca etc…)
Isto faz com que as peças de aço inoxidável exijam permanente manutenção e limpeza.
E muito comum que as peças de aço inoxidável “chorem” ferrugem. Isto ocorre em virtude da liga ser de baixa qualidade ou pela contaminação por agentes externos.
1- Após o uso em ambiente marinho, lave as peças com água doce e sabão.
2- De tempo em tempo (1 mês) limpe as peças com produtos específicos que existem no mercado para limpeza de metais, ex. SILVO.
3- Permanentemente passe uma flanela com vaselina ou silicone nas peças, isto manterá uma película protetora no aço inoxidável.
* O conteúdo deste post é de autoria e responsabilidade do autor. O Blog Pesca de Oceano não se responsabiliza pelo seu conteúdo.
Eduardo Granda
Apaixonado por mar e aventuras, é proprietário do Estaleiro Victory Yachts, , participou do desenvolvimento de todos os projetos dos modelos da Victory, caçador submarino e pescador de linha desde os 12 anos de idade, competiu na caça submarina dos 15 aos 23 anos, pelo ICAR, Iate Clube de Angra do Reis, Capitão Amador, possui mais de 80.000 milhas navegadas. Especialista em aparelhos eletrônicos, instalação, navegação de oceano e processos de fabricação de lanchas com compósitos de alta tecnologia e processos de infusão à vácuo.
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