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Como já falamos sobre a importäncia do “Leader” na postagem anterior, agora falaremos sobre os materiais, regulamentos e aplicações.
Eles podem ser feitos de diversos materiais como o próprio nylon comum, nylon shock leader, fluocarbon, dacron, kevlar, etc… A espessura e a resistência de ruptura do material a ser utilizado para a confecção do “leader” são muito importantes para a escolha do material a ser utilizado, para melhor desempenho:
Nylon comum: É o mais utilizado porse o mais disponível e acessível nas pescarias, não é o mais indicado na maioria dos casos por causa do brilho natural do material e da excessiva elasticidade, que por estar logo após a isca, ele se sacrifica muito rapidamente, onde antes do primeiro arremesso ou arriada, ele tem uma resistëncia de 30lb e logo após alguns peixes dependendo do trabalho e do freio do equipamento o mesmo terá sua resistência quase a metade, podendo causar sua ruptura repentina. O brilho natural, principalmente em águas claras podem deixar o peixe desconfiado. Pode ser usado em todos os tipos de pescarias.
Nylon Shock Leader: É um nylon desenvolvido especialmente para leader, muito rigorosos com a questão de libragem torna uma linha segura para essa aplicação, com a sua elasticidade moderada, a linha tem o efeito “mola” controlado, não perdendo a resistência com tanta facilidade, também possui algum brilho, sua composição também a torna mais resistente a abrasão e por ser específica para a finalidade é menos citilante sendoa mais utilizada na pesca oceänica de competição. Pode ser usado em todos os tipos de pescarias.
Fluocarbon: É considerado um tipo de nylon, pode ser puro ou composto com nylon, o melhor é o 100%,é uma material caro, as linhas desse material tem suas maiores vantagens a opacidade quanto a reflexão de raios de luz, causando menor percepção pela visão também sendo chamada de linha invisível, sua outra grande vantagem é a resistência a abrasão, muitas vezes maior que o nylon comum, esse material também é muito ressistente e rigoroso quanto a libragem de ruptura pela dureza e inflexibilidade pela composição natural do material. Pode ser usado em todos os tipos de pescarias.
Dacron/Kevlar: São materiais com aplicações específicas, muito utilizado nas pesca oceänica de corrico e como “suporte hook” dos anzóis para Jiggging. São materiais muito ressistentes a abrasão(principalmente Kevlar), com alta libragem de ruptura, e de muito conforto e segurança de manuseio com grandes peixes. Por serem “moles”, não são indocados para arremessos nem pesca de fundo.
Aço duro/flexível: O aço como leader tem uma aplicação muito específica por ser um material pesado, denso, inflexível e muito perceptível , seu emprego limita-se a peixes de dentes e muito agrassivos, o aço flexível é composto geralmente por multifilamentos de aço torcidos, eficiente em peixes de pequeno e médio porte, mas devem ser checados com frequëncia durante as pescarias, o aço duro, já é mais indicado na pescaria pesadas de peixes de maior porte, Kingfish, Barracudas, Wahoo´s, etc…
Na próxima postagem falaremos sobre nós e equilíbrio de material / equipamento ….até lá !
* O conteúdo deste post é de autoria e responsabilidade do autor. O Blog Pesca de Oceano não se responsabiliza pelo seu conteúdo.

Marcelo de Agostini
Marcelo de Agostini, natural do Rio de Janeiro pratica regularmente as atividades de pesca e caça submarina desde que tinha seis anos de idade, já pescou em todas as modalidades de pesca em água salgada. Faz pesca embarcada como comandante desde os seus quinze anos, quando pescava nas lagoas de Maricá/RJ e depois mar aberto. Participou de equipes em inúmeros torneios de diversas modalidades (Pesca Oceânica, Pesca Costeira de Fundo, Pesca em Baía), com dezenas de vitórias e vários pódios nessas competições. Participou de quatro edições do IGFA Offshore World Championship no México. Pratica pesca costeira, oceânica, noturna, de baía, de lagoas e de costões utilizando diversos equipamentos, técnicas e estratégias para cada tipo, local ou espécime alvo.
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O Leader é um acessório muito importante em quase todas as modalidades de pesca de linha, ele é o material que une a linha principal, a isca ou parada, sua utilização aumenta a eficiëncia dos equipamentos, segurança, conforto e contribui considerávelmente para o resultado final da pescaria.
Como veremos, essa união poderá ser feita utilizando diversos nós e/ou laçadas, e para sua confecção deveremos considerar vários fatores, como comprimento, a espessura, material, cor, qual trabalho ele irá desempenhar, etc… O que será determinado pelo tipo de pescariacombinado com o equipamento a ser utilizado, que irá complementar aumentando muito a sua eficiëncia.
Existem diversos tipos, finalidades, materiais para a confecção dos “leaders” , que podem variar muito, nos vários tipos de pescarias como: competição, fundo, corrico oceano, corrico costeiro, jigging, arremesso, iscas-vivas, etc.


Nos posts a seguir iremos falar sobre a união (nós) e tipos de leaders…..Confira !!!!
Boas Pescarias !!!
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Marcelo de Agostini
Marcelo de Agostini, natural do Rio de Janeiro pratica regularmente as atividades de pesca e caça submarina desde que tinha seis anos de idade, já pescou em todas as modalidades de pesca em água salgada. Faz pesca embarcada como comandante desde os seus quinze anos, quando pescava nas lagoas de Maricá/RJ e depois mar aberto. Participou de equipes em inúmeros torneios de diversas modalidades (Pesca Oceânica, Pesca Costeira de Fundo, Pesca em Baía), com dezenas de vitórias e vários pódios nessas competições. Participou de quatro edições do IGFA Offshore World Championship no México. Pratica pesca costeira, oceânica, noturna, de baía, de lagoas e de costões utilizando diversos equipamentos, técnicas e estratégias para cada tipo, local ou espécime alvo.
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Uma das mais assustadoras emergências que podem ocorrer a bordo de um barco é a queda de uma pessoa ao mar, tradicionalmente chamado de “Homem ao Mar” esta situação, justamente por ser uma das mais graves, senão a mais grave, e que ocorre quando menos se espera (inclusive em águas tranqüilas quando o perigo aparentemente é mínimo) necessita ser treinada repetidamente tornando-se mesmo uma rotina diária em cada barco, não importando se esse barco é uma lancha ou um veleiro.

IMPORTANTE
Em caso de “Homem ao Mar” a primeira coisa e principal providência é trazer o barco o mais rapidamente possível para perto da vítima. A vítima, tanto quanto possível não deve ser perdida de vista.
1 – Qualquer pessoa a bordo que veja outra cair ao mar deve gritar imediatamente:
“Homem ao Mar por boreste” ou “Homem ao Mar por bombordo” conforme o caso, mantendo seus olhos sobre a vítima e apontando enfaticamente para a pessoa na água. Esta pessoa não deve ter outra tarefa que não a vigilância permanente sobre a vítima.
– Nessa emergência cada segundo conta, e como conta! Ela é uma emergência que envolve todos os presentes no convés.
– Os tripulantes devem vestir imediatamente seus coletes salva vidas e talingar seus cintos de segurança, pois que a última coisa que se quer é outra pessoa caindo no mar.
– Enquanto alguns tripulantes recebem tarefas específicas, os demais devem ficar com os olhos sobre a vítima.
2 – Simultaneamente ao brado de “Homem ao Mar por … (BE ou BB)” a pessoa que deu o alarme deve atirar pela borda qualquer objeto flutuante. no mínimo, ele auxiliará como ponto de referência. Tal objeto poderá variar desde uma simples almofada até um sofisticado módulo de resgate.
– Paralelamente ao brado de “Homem ao Mar” deverá ser notado por um tripulante, preferencialmente, o rumo do barco no instante, velocidade e direção do vento e hora do acidente.
– Outro membro deverá estar ocupado em expedir uma mensagem de urgência (pan, pan, pan) para alertar embarcações na vizinhança sobre a ocorrência.
– Vá deixando um rastro de detritos flutuantes que será muito útil para o retorno ao ponto de queda.
3 – Ainda simultaneamente, o timoneiro deverá quebrar o seguimento do barco e rapidamente inverter o rumo.
Em um barco a motor quebramos o seguimento e iniciamos uma guinada imediata em direção à vítima fazendo um simples círculo (Método Williamson) considerado atualmente como o mais eficaz e rápido para uso em embarcações a motor amadoras independentemente da experiência do seu condutor.

Em um veleiro o melhor é sempre aproar ao vento imediatamente usando o método de parada rápida mostrado ao lado. Se você optar por ligar seu motor, continue inicialmente com as vela içadas.
Arriar as velas consumirá um tempo precioso, bem como fará com que perca o controle sobre o barco.

OBSERVAÇÕES
– Se você está com o “spinnaker” armado desarme-o o mais rapidamente possível. Puxe a adriça (ou corte-a se necessário). Se arrastar a vela não faz mal. Não se preocupe com a “bagunça”. A única coisa que interessa no momento é recolher a vítima tão cedo quanto possível.
– Caso o alerta de “Homem ao Mar” tenha sido dado algum tempo depois da queda a melhor manobra é dar um “jibe” que tem maior probabilidade de inverter o rumo com maior velocidade, levando o barco para perto do náufrago. (Lembre-se que a vítima poderá derivar para sotavento especialmente quando houver ondas grandes).
– À noite ou em visibilidade reduzida, e quando você não tem certeza do instante em que a pessoa caiu ao mar, a manobra de “boutakoff” abaixo mostrada é a melhor maneira de inverter o rumo e chegar a recíproca do rumo da queda. ( Barcos a motor.)

A manobra de “Homem ao Mar” é guinar para barlavento e continuar guinando, executando um círculo que fará com que o barco fique a barlavento da pessoa que está na água.
Jogue imediatamente uma bóia salva-vidas ou qualquer material flutuante que possa servir de auxílio ao náufrago.

No próximo post, vamos falar sobre: O que você deve saber se cair ao Mar…
Até a próxima!
No post anterior, falamos sobre as Regras de navegação em rios e canais. Hoje, vamos falar de a: Importância da Conservação da Sinalização Náutica
Vamos lá…
A sinalização náutica é composta de vários tipos de recursos para orientar o navegante: faróis, bóias, balizas e faroletes.
Esses equipamentos podem demarcar perigos isolados, locais de maior profundidade, canais de acesso ao porto, bifurcações de canais, etc.
É muito importante que esses recursos de sinalização e balizamento sejam preservados, pois deles depende a segurança da navegação. A destruição de uma bóia de sinalização em um canal pode causar um acidente de graves conseqüências, por esta razão devemos sempre zelar para que todo o sistema de sinalização náutica se mantenha em bom estado de conservação.

Atenção:
Qualquer problema constatado na sinalização deve ser imediatamente comunicada ao representante da Autoridade Marítima mais próxima (Capitania dos Portos ou suas delegacias ou agências).
No post anterior, falamos sobre as Sinais de Balizamento. Hoje, vamos falar de as: Regras de navegação em rios e canais
Vamos lá…

Uma embarcação que estiver navegando ao longo de um canal estreito, ou via de acesso, deverá se manter tão próxima quanto seja possível e seguro da margem a seu boreste, tendo cuidado com pedras e bancos de areia.

Embarcações de menos de 20m de comprimento não deverão atrapalhar a passagem de outra embarcação que só possa navegar com segurança dentro de um canal ou via de acesso.
As embarcações engajadas na pesca não deverão atrapalhar a passagem de qualquer outra embarcação que estiver navegando dentro de um canal estreito.

Uma embarcação não deve cruzar um canal estreito quando sua manobra atrapalhar outra embarcação que só possa navegar com segurança dentro do canal.

Para fazer uma ultrapassagem em um canal estreito a embarcação deve emitir os sinais sonoros apropriados: dois apitos longos e um curto (ultrapassar por boreste) ou dois apitos longos e dois curtos (ultrapassar por bombordo).
Uma embarcação que será ultrapassada em um canal estreito deve emitir os sinais sonoros apropriados se concordar com a ultrapassagem: um apito longo, um curto, um longo e um curto, nesta ordem.

Quando uma embarcação estiver se aproximando de uma curva ou de um local onde outras embarcações possam estar ocultas devido a obstáculos, deverá navegar com atenção e cuidado redobrados, bem como emitir o sinal sonoro apropriado: um apito
longo.
No próximo post, vamos falar sobre: A importância da conservação da sinalização náutica…
Até a próxima!
As “Belly Bait” , são iscas muito populares na pesca oceânica em todo mundo, é feita a partir de um pedaço de peixe fresco, geralmente a parte de baixo da barriga , retirada com mais constância do limite das nadadeiras peitoral a anal. Nessa parte se retira um filé bem resistente para se corricar, por ser uma região do peixe fibrosa com pele e/ou escamas pequenas e finas e ainda com gorduras e odores fortes, que atraem ainda mais os peixes.

Os peixes mais comuns para se retirar esses pedaços são os Atuns, Bonitos, pequenas Cavalas ou Sororocas e Dourados. A criação da isca pode ser feita com apenas uma pedaço de filé(foto), com o corpo do anzól passado duas vezes travando no olho e costurado para maior firmeza e resistência durante o corrico, ou um de maior tamanho, feito também a partir da barriga, onde a mesma é dobrada e o anzól(ou anzóis) são transfixados de dentro da carne para fora do couro deixando o arco do anzól e a fisga expostos(foto).

A forma composta com esse tipo de isca também é muito comum, que consiste em montar a mesma, vestindo-a total ou parcialmente de uma lula artificial. Essa aplicação tem algumas finalidades, como proteger a isca da ação de desmonte feita pela pressão da água em velocidades variadas durante o corrico, variação das cores das iscas dependendo da luminosidade e tom de cor da água.

Existem diversos vídeos no Youtube demonstrando como se faz a montagem e costura da isca, eu penso que a melhor iscada é a tipo “low profile”, sem muitos detalhes nas montagens. A realização desses procedimentos(costuras e empates) são meras questões de adaptação e práticas no dia a dia.
* O conteúdo deste post é de autoria e responsabilidade do autor. O Blog Pesca de Oceano não se responsabiliza pelo seu conteúdo.

Marcelo de Agostini
Marcelo de Agostini, natural do Rio de Janeiro pratica regularmente as atividades de pesca e caça submarina desde que tinha seis anos de idade, já pescou em todas as modalidades de pesca em água salgada. Faz pesca embarcada como comandante desde os seus quinze anos, quando pescava nas lagoas de Maricá/RJ e depois mar aberto. Participou de equipes em inúmeros torneios de diversas modalidades (Pesca Oceânica, Pesca Costeira de Fundo, Pesca em Baía), com dezenas de vitórias e vários pódios nessas competições. Participou de quatro edições do IGFA Offshore World Championship no México. Pratica pesca costeira, oceânica, noturna, de baía, de lagoas e de costões utilizando diversos equipamentos, técnicas e estratégias para cada tipo, local ou espécime alvo.
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