RIPEAM – Luzes de Navegação – Parte 6

RIPEAM – Luzes de Navegação – Parte 6

Embarcações engajadas em operação submarina ou de dragagem com capacidade de manobra restrita e com existencia de obstrução

  • Luzes de embarcações com capacidade de manobra restrita.
  • 2 Luzes Circulares Encarnadas ou a Marca de 2 Esferas no Bordo onde se encontra a obstrução.
  • 2 Luzes Circulares Verdes ou a Marca compostas cada uma de 2 Cones unidos pelas bases para indicar o bordo pelo qual outra embarcação poderá passar.
  • Com seguimento usar Luzes de Bordos e Luz de Alcançado.
  • Quando fundeada não deve exibir as Luzes de fundeio.

Observação:

  • Embarcações com menos de 7 metros não são obrigadas a exibir tais Luzes.
  • Sempre que o porte de uma embarcação engajada em operações submarinas tornar impraticável o usa das Luzes e Marcas, usar uma réplica da Bandeira “A” colocada à altura mínima de 1 metro visível em todos os setores.

Embarcações engajadas em operações de varredura de minas

– Usar as Luzes previstas para embarcações de propulsão mecânica em movimento e mais:

– 3 Luzes Circulares Verdes sendo uma no tope do Mastro de vante e as outras nos lais da Verga do mesmo Mastro

Marca: 3 Esferas, uma no tope e as outra nos lais da verga do mesmo Mastro

Observação:

Nenhuma embarcação deve se aproximar a menos de 1000 metros de popa ou de 500 metros dos bordos de um varredor exibindo Luzes e/ou Marcas.

Importante:

Não CONFUNDIR os sinais de embarcações SEM GOVERNO ou COM CAPACIDADE DE MANOBRA RESTRITA com sinais de EMBARCAÇÕES EM PERIGO. As primeira NÃO necessitam de auxílio.

* O conteúdo deste post é de autoria e responsabilidade do autor. O Blog Pesca de Oceano não se responsabiliza pelo seu conteúdo.
RIPEAM – Luzes de Navegação – Parte 2

RIPEAM – Luzes de Navegação – Parte 2

Embarcações Propul. Mecânica em movimento

 

  • Luz de Mastro a vante
  • Luz de Mastro a ré mais alta que a vante ( com menos de 50 metros não é obrigada).
  • Luzes de Bordos
  • Luz de Alcançado.

Reboque e Empurra

Comprimento de reboque inferior a 200 metros

  • 2 Luzes verticais de mastro a vante
  • Luz de Alcançado
  • Luzes de Bordos
  • Luz de Reboque (Amarela) acima da de Alcançado.

Comprimento de reboque superior a 200 metros

  • 3 Luzes verticais de mastro a vante.
  • Todas as outras como no comprimento de reboque inferior a 200 metros.

Empurrando ou Rebocando a contrabordo

  • As mesmas Luzes dos casos anteriores exceto a Luz Amarela de Reboque.
  • Se for incapaz de se desviar de seu rumo deve também exibir as Luzes de embarcação com capacidade de manobra restrita.

Simultaneamente rebocando e empurrando ou rebocando a contrabordo

  • As mesmas Luzes dos casos anteriores como adequado
  • Se for incapaz de se desviar de seu rumo deve também exibir as Luzes de embarcação com capacidade de manobra restrita.
  • Marca de reboque
  • Quando o comprimento de reboque for superior a 200 metros, usar a Marca onde melhor possa ser vista.(2 Cones unidos pelas bases)
  • O Rebocado durante o dia deve usar a Marca sempre que possível, independente do comprimento de reboque (2 Cones unidos pelas bases)
  • A Marca de embarcação com capacidade de manobra restrita deve acompanhar a marca de reboque se a embarcação for incapaz de desviar do seu rumo (2 Esferas separadas por 2 Cones unidos pela bases)

 

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RIPEAM – Manobradora e Privilegiada

RIPEAM – Manobradora e Privilegiada

Manobradora e Privilegiada

Você será sempre uma embarcação privilegiada, exceto quando a outra embarcação estiver sendo avistada pelo setor de perigo – da sua proa até 22º,5 além do través de boreste.

Roda a Roda

Ilustrações de Manobras

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RIPEAM – Situações de navegação barcos à vela

RIPEAM – Situações de navegação barcos à vela

Situações de navegação barcos à vela

Vento soprando de bordos diferentes

Quando cada uma das embarcações tiver o vento soprando de bordos diferente – a embarcação que recebe o vento por bombordo deverá se manter fora do caminho da outro (se a sua embarcação está com retranca a BE quem manobra é você).

Vento soprando pelo mesmo bordo

Quando ambas as embarcações tiverem o vento soprando do mesmo bordo – a embarcação que estiver a barlavento deverá se manter fora do caminho da que estiver a sotavento ( a lógica desta regra é que a sotavento o barco poderá ter o vento “bloqueado” o que restringirá sua habilidade para manobrar).

Vento a bombordo

Quando uma embarcação com o vento a bombordo avistar outra embarcação a barlavento e não puder determinar com segurança se a outra embarcação recebe o vento por bombordo ou por boreste ela deverá se manter fora do caminho dessa embarcação.

OBSERVAÇÕES

BARLAVENTO – bordo de “onde vem” o vento.

SOTAVENTO – bordo por “onde sai” o vento.

Em barco à VELA dizemos:

  • ORÇAR – fazer a PROA se aproximar da linha do vento.
  • ARRIBAR – fazer a PROA se afastar da linha do vento.
  • Um barco está VELEJANDO com AMURAS A BOMBORDO quando sua retranca está para BORESTE e AMURAS A BORESTE quando a retranca está para BOMBORDO.
  • Navegando à BOLINA quando o vento vem pela AMURA;
  • Navegando a UM LARGO quando ele sopra pelo TRAVÉS e
  • Navegando pela POPA quando ele entra pela POPA.

OBSERVAÇÃO

Se couber a você MANOBRAR faça-o de maneira ampla e o mais cedo possível, a fim de ficar bem safo da outra embarcação.

Em qualquer situação uma embarcação é a MANOBRADORA e a outra é a PREFERENCIADA.

Mesmo que você seja a PREFERENCIADA, se houver risco de colisão e lhe parecer que a manobradora não manobrou apropriadamente, manobre você mesmo.

Condução de embarcações em visibilidade restrita

  • Navegue com uma VELOCIDADE prudente.
  • Tenha as MÁQUINAS prontas a manobrar imediatamente.
  • REDOBRE a vigilância VISUAL/AUDITIVA.
  • Operando RADAR calcule sempre que detectar outra embarcação se há risco de colisão.
  • Em caso de NECESSIDADE quebre o seguimento parando sua embarcação.
  • NEVEGUE com extrema cautela até que passe o PERIGO DE COLISÃO.

Evite

  • Guinar para BB se outra embarcação está no setor de ante-a-vante do través, exceto se ela for a ALCANÇADORA em uma ULTRAPASSAGEM.
  • Guinar em DIREÇÃO a outra embarcação que se encontra no setor de trave para ré.
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RIPEAM – Situações de navegação barcos à motor

Situações de navegação barcos à motor

RODA A RODA

Duas embarcações se aproximando em rumos diretamente opostos ou quase diretamente opostos, em condições que envolvem risco de colisão – cada uma deverá guinar para boreste.

RUMOS CRUZADOS

Quando duas embarcações a propulsão mecânica navegam em rumos que se cruzam – a embarcação que avistar a outra por boreste deverá se manter fora do caminho dessa.

ULTRAPASSAGEM

Toda embarcação que esteja ultrapassando outra deverá manter-se fora do caminho dessa outra – Considera-se como ultrapassagem toda embarcação que se aproximar de outra vinda de uma direção de mais de 22º,5 para ré do través dessa última.

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